TAPEROÁ sediará o ENCONTRO DOS POVOS DO CARIRI 2011


Taperoá-PB (Foto de Marcos Soares)



O município de Taperoá foi o vencedor do edital para sediar o ‘Encontro dos Povos do Cariri’ em 2011. Este ano, três prefeituras inscreveram projetos para concorrer ao edital de seleção da sede do evento,que estará na sua segunda edição.

Para avaliar os projetos tendo como base o EDITAL 01/2010 nos itens: Logística, Apoio Institucional, Apoio do Poder Público Municipal e Ambiente Empreendedor e indicar o município vencedor, uma Comissão Técnica de Avaliação e Seleção, composta por instituições atuantes dentro do Pacto Novo Cariri, BNB, IHGC, AMCAP e SEBRAE, se reuniram no último dia 10 de setembro na sede do Sebrae Regional Campina Grande.

A edição 2011 do ‘Encontro dos Povos do Cariri’ será realizada nos dias 03, 04, 05 e 06 de novembro, no município de Taperoá. Dentro das ações de planejamento do Comitê Gestor do Encontro dos Povos do Cariri esta a formação de grupos de trabalho dentro do municipo para execução conjunta do Projeto Taperoá para o EPC 2011.

O Portal: http://www.encontrodospovosdocariri.com.br/ será a partir de agora, um instrumento de informação e participação do povo "caririzeiro" no evento que tem como objetivo discutir desenvolvimento e sustentabilidade para o Território Cariri.

Sebrae PB

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Navios embarcam na ecologia




A preocupação ambiental chegou de vez aos navios. De atitudes simples - como evitar o uso de plásticos - a investimentos em tecnologia, as embarcações estão mais ecológicas. E algumas dispõem de funcionários treinados para explicar as ações.





Nos navios da Costa Cruzeiros, por exemplo, esqueça sachês para temperar comida ou aqueles pequenos frascos de sabonete líquido e xampu. Eles foram substituídos por embalagens reutilizáveis. Pratos, copos e talheres agora são feitos de material biodegradável. E a maior parte da água usada a bordo é produzida no navio, pelo processo de dessalinização.



A MSC investiu também em capacitar os funcionários. Eles entendem de temas como coleta seletiva e economia de água e de luz. Tal esforço rende frutos. Em 2009, foram recicladas 48 toneladas de alumínio e 75 toneladas de óleo de cozinha.



Economizar energia, aliás, está virando regra nos navios. Muitos já contam com sistema inteligente para regular o ar-condicionado de acordo com o número de pessoas e a temperatura externa.



Outro sistema ambientalmente correto permite que a embarcação receba energia elétrica da costa, quando estiver atracada. Assim, os geradores dos navios - que costumam gastar muito mais - podem ficar desligados nos portos.



A preocupação ambiental vai além do que os olhos dos passageiros alcançam. Os navios da Costa e da MSC, por exemplo, utilizam uma tinta especial, que impede o acúmulo de algas no casco. Isso ajuda a reduzir o consumo de combustível e, consequentemente, faz cair as emissões de gás carbônico (CO2), um dos responsáveis pelo efeito estufa.



Além dos benefícios ambientais, as técnicas trouxeram economia às empresas. A Costa, por exemplo, já reduziu em 5% o consumo de combustível por milha navegada depois de iniciar essas ações. Sem contar a economia de água e de energia elétrica.




ATITUDES VERDES



Lixo: use os compartimentos específicos. Nada de jogar no mar



Energia: economize sempre. Ao sair da cabine, certifique-se de que não esqueceu nada ligado



Água: ela parece estar por todos os lados, mas é finita. Não desperdice



Comida: sim, é uma tentação. Mas nada de exagerar e depois jogar no lixo



Paradas: tire apenas fotos. Nada de pegar conchas ou flores. Dê preferência aos produtos e serviços locais, valorizando a economia da região







Estado de São Paulo
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Rio é o 5º destino mais caro do mundo em hospedagem



Estudo divulgado ontem pela companhia francesa Hotel.info comprova a elevação brutal dos preços médios de hospedagem no Rio. Segundo a pesquisa, o valor médio de um quarto de hotel na cidade teve o maior aumento entre 30 metrópoles com alto fluxo turístico, com inflação recorde de 49,86% entre 2008 e 2010. O Rio passa a ser o quinto destino mais caro do mundo, atrás de Nova York, Londres, Estocolmo e Zurique.



A alta dos preços na capital fluminense se dá em meio à crise que afetou o turismo internacional. O levantamento - que não incluiu São Paulo - apontou que o preço médio de um quarto de hotel no Rio chegou a € 143,60 em julho de 2010, ante € 95,82 em julho de 2008. A maior parte do aumento ocorreu entre 2009 e 2010, depois que a cidade foi anunciada como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. "A tendência é de aumento nos próximos quatro ou cinco anos, com aceleração nos últimos 18 meses antes dos eventos (Olimpíada e Copa de 2014)", diz Guillaume Ridolfi, diretor da Hotel.info.



A ascensão da cidade também se deve à recessão do turismo no mundo nos últimos dois anos. Nenhuma das metrópoles acompanha a alta registrada no Rio no período entre 2008 e 2010. Das 30 cidades avaliadas, 24 registraram deflação. Apenas seis tiveram inflação. A mais próxima do Rio foi Estocolmo, onde os preços subiram 24,17% no período.



"Valor". Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis/RJ, Alfredo Lopes, dois fatores contribuíram para alta: a valorização do real e o bom momento da cidade. "O Rio está se valorizando. É a bola da vez." / COLABOROU MÁRCIA VIEIRA



 O Estado de S.Paulo
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Celular pode substituir chave para quartos de hotel


Em vez de usar o cartão para abrir a porta do quarto de hotel, em breve os clientes das grandes redes hoteleiras poderão fazer uso de seus próprios celulares. Uma rede de hotéis na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, está testando a aplicação de smartphones como “chaves” para quartos. A ideia, além de inovadora, permite que os hóspedes economizem tempo seguindo direto para o quarto, em vez de esperar pelo check in na recepção.




Para fazer com que o smartphone abra a porta do quarto reservado, o hóspede precisa baixar um aplicativo em seu aparelho. Feito isso, basta apontar o celular em direção ao sensor e a porta se abre.



O sistema está sendo testado em dois hotéis da rede Holiday Inn durante os meses de junho e julho.





Segundo Bryson Koehler, um executivo do grupo InterContinental Hotels, o objetivo da rede é simplificar a estada do hóspede no hotel. Em entrevista ao jornal “USA Today”, ele lembra que além de prático, o sistema vai economizar cartões para hóspedes. “Eles vão chegar com seus próprios celulares e pronto”.



A tecnologia é compatível com a maioria dos smartphones, incluindo iPhone, BlackBerry e o celular Android.



Se o período de degustação for bem-sucedido, a rede pretende estender o sistema a toda a sua rede, instalando sensores em pelo menos 20% dos quartos.
 
 
Época Negócios
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Brasil e EUA assinam hoje acordo que troca dívida por proteção ambiental



Os governos do Brasil e dos Estados Unidos firmam nesta quinta-feira (12) acordo para reduzir os pagamentos de uma dívida brasileira com o país, em um valor aproximado de US$ 21 milhões, ao longo dos próximos cinco anos.



Em troca, o governo brasileiro se compromete a destinar os recursos para programas de conservação dos biomas mata atlântica, cerrado e caatinga.



O acordo tornou-se possível graças ao Tropical Forest Conservation Act (TFCA), a Lei para a Conservação de Florestas Tropicais, de 1998.



Este é o primeiro acordo do gênero entre os Estados Unidos e o Brasil, e o 16º tratado TFCA assinado pelos norte-americanos.



Após a assinatura do acordo, prevista para as 11h, haverá entrevista coletiva às 11h30, da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, do chefe do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Itamaraty, Luis Alberto Figueiredo, e da ministra-conselheira da Embaixada dos EUA no Brasil, Lisa Kubiske, que substitui o embaixador Thomas Shannon no evento.



Segundo a ministra de Meio Ambiente, o acordo foi concluído no final de julho, com a autorização do Ministério da Fazenda, e havia sido divulgado na semana passada.




Folha.com
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Gol não teme perda de mercado



 
A companhia aérea Gol acredita que os atrasos verificados em grande parte de seus voos no início do mês não reduzirão sua participação no mercado. "Foram problemas pontuais que já estão sob controle. Cometemos um erro, mas concentramos nossos esforços para solucionar os problemas mantendo a qualidade dos serviços e os preços baixos", disse o presidente da empresa, Constantino de Oliveira Júnior, em teleconferência nesta manhã.



A empresa atribuiu os problemas à uma falha no software de gestão de carga horária de seus tripulantes. O programa não teria respeitado a carga máxima de trabalho prevista na regulação do setor aéreo brasileiro para pilotos de avião.



Os atrasos e cancelamentos, que provocaram caos nos aeroportos do país, levaram a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a aplicar uma multa de R$ 2 milhões à companhia aérea. A Gol, entretanto, não comenta o assunto alegando ainda não ter sido notificada pela Anac.



Nesta terça-feira, a companhia anunciou prejuízo de R$ 51,9 milhões, mas atribuiu o resultado negativo à variação cambial e à readequação de sua frota. "Operacionalmente, nossos resultados ficaram muito próximos aos de anos anteriores", disse Leonardo Pereira, diretor financeiro e de Relações com Investidores.



No segundo trimestre, a companhia devolveu cinco aeronaves Boeing 737-300 e reativou os quatro Boeing 767 para a realização de fretamentos de longa distância e subarrendamentos. "Tivemos R$ 40 milhões em despesas não recorrentes com a devolução dos Boeing 737-300 e a colocação dos Boeing 767 no ar. Quando devolvemos um avião, precisamos fazer uma revisão para entregar a aeronave nas condições em que a pegamos", explica Pereira.



Apesar dos gastos, a Gol avalia a operação como vantajosa. Neste ano, foram devolvidas 15 aeronaves, o que segundo a companhia proporcionará uma economia de R$ 4,5 milhões por trimestre. "Custava caro manter esses aviões parados", ressalta o diretor financeiro e de Relações com Investidores.



A expectativa da Gol é baixar para quatro o número de aeronaves fora de operação. Hoje, da frota de 122 aviões, sete estão sem operar. Feitos os ajustes, a Gol deverá manter 119 aeronaves em sua frota. "Até 2012 não vamos precisar aumentar nosso número de aviões", diz Pereira, destacando que a frota será suficiente para atender a crescente quantidade de passageiros.



O aumento na demanda de abril a junho foi de 17% na comparação com o mesmo período de 2009. A Gol elevou sua previsão de expansão para o mercado brasileiro em 2010 de 12,5% a 18%, para a faixa de 14% a 21%. A taxa de ocupação da empresa no segundo trimestre ficou em 61%, mas a companhia acredita que conseguirá elevar essa marca a 70% até o final do ano.



Para tanto, a Gol aposta no aumento das vendas no varejo, seja por meio de pontos próprios ou por parcerias junto a lojas e supermercados. "Até o final do ano, vamos abrir mais quatro lojas em São Paulo. A partir daí, definiremos um modelo de franquias", diz Pereira.



A Gol tem se posicionado de forma a reduzir seu endividamento e aumentar os recursos em caixa, o que na avaliação do diretor financeiro da empresa, garante maior conforto nos negócios. "Isso nos dá melhores condições de crescer e resolver problemas que eventualmente apareçam", afirma.



A estratégia rendeu à companhia uma melhora em sua nota de crédito pela agência de classificação de risco Moody´s. No mês passado, a agência elevou o rating da Gol de "B1" para "Ba3". A promoção se deu após a emissão de US$ 300 milhões em títulos de 10 anos, que permitiu à empresa alongar o perfil de sua dívida.



"Ficaremos praticamente sem compromissos a vencer nos próximos três anos", afirma Pereira. O objetivo da Gol é reduzir a relação entre sua dívida bruta e o lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e arrendamento (Ebitdar) de 5,5 vezes para 4,5 vezes até o final de 2011.




Valor Econômico
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Redes sociais contribuiram para gastos de R$ 335 mi em compras on-line



As redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter, estão influenciando o comércio virtual no Brasil. Um estudo feito pela consultoria de informações sobre e-commerce, e-bit, concluiu que essas mídias contribuiram para o faturamento de R$ 335 milhões em negócios virtuais no primeiro semestre deste ano.


A estimativa levou em conta os clientes que responderam ter as redes sociais como motivador da compra. " O número ainda é baixo, mas deve crescer nos próximos anos", apontou o diretor de marketing e produtos do e-bit, Alexandre Umberti.



As compras motivadas pelas redes sociais apresentaram uma média de consumidores mais jovem. Os pedidos foram feitos por pessoas com cerca de 34 anos, ou sete anos mais baixo da idade observada nas vendas virtuais.

A faixa etária influencia gasto desses consumidores. O valor dos pedidos foi 10% menor do que o valor médio do e-commerce, que chegou a R$ 379 no primeiro semestre.



As redes sociais influenciaram mais as mulheres, que representaram 55% com influência dos programas nas compras. A predominância feminina garantiu a liderança dos produtos de moda e acessórios nesse segmento, com 20% dos pedidos. A categoria representa apenas 4% do total de e-commerce.



Levantamento feito pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research apontou o Brasil como um dos dez países mais "sociáveis" do planeta. As redes sociais alcançam 87% dos quase 37 milhões de usuários ativos.



E-COMMERCE



O comércio virtual cresceu 40% no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas somaram R$ 6,7 bilhões no período e foram impulsionados pela Copa do Mundo e a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) nos eletrodomésticos.



A previsão é que as vendas virtuais fechem o ano com faturamento 35% superior ao ano passado. O Brasil deve atingir uma base de 23 milhões de e-consumidores ao final do ano, segundo a consultoria. Eles serão responsáveis por movimentar R$ 14,3 bilhões em compras na plataforma.




Folha.com
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