Desembarques internacionais crescem 0,15% em 2009

Aumento reforça a evolução consistente da acessibilidade aérea para o Brasil



O ano de 2009 registrou crescimento de 0,15% nos desembarques internacionais em voos regulares no Brasil em comparação com o ano anterior, de acordo com a Infraero.



Somados os desembarques internacionais em voos regulares e não regulares (fretados), no entanto, houve uma redução de 0,77% em relação a 2008: foram 6.483.944 desembarques internacionais em 2009. A queda mundial, segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), chegou a 4%.



“O aumento dos desembarques internacionais em voos regulares mostra que a acessibilidade aérea para o Brasil tem evoluído de forma consistente, mas em velocidade ainda menor do que o necessário para aumentar a competitividade internacional do turismo brasileiro”, avaliou Jeanine Pires, presidente da Embratur.



Mesmo sob os efeitos da crise financeira global que afetou o turismo no mundo todo em 2009, os desembarques internacionais no Brasil começaram a apontar sinais de recuperação nos últimos meses do ano passado. Em dezembro, foram registrados 577.283 desembarques internacionais (voos regulares e não-regulares) - crescimento de 3,84% em relação ao mesmo mês de 2008.



"Mesmo com o cenário difícil da aviação mundial, com muita diminuição de oferta de assentos, o Brasil conseguiu se manter praticamente estável em 2009, melhorando muito a performance a partir de outubro do ano passado e mantendo este desempenho neste início de 2010", disse a presidente da Embratur.



Os dados da Infraero incluem desembarques de brasileiros e estrangeiros residentes e não-residentes no País.

Fonte: Assessoria de Comunicação da EMBRATUR



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Pesquisa dimensiona empregos gerados no turismo

Representantes de 18 mil estabelecimentos que atuam em atividades relacionadas ao setor serão entrevistados

O Ministério do Turismo (MTur) dará mais um passo no sentido de aprimorar as informações sobre os empregos gerados pelo turismo. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), por meio da empresa Apoio 3, inicia no próximo dia 30 uma pesquisa que vai atualizar e refinar os dados sobre a mão-de-obra ocupada na atividade turística.




Representantes de 18 mil estabelecimentos de todo o país serão entrevistados por telefone. A pesquisa contempla as Atividades Características do Turismo (ACTs) como alojamento, agências de viagem, transportes (aéreo, terrestre e outras modalidades), alimentação, auxiliar de transportes, aluguel de transportes, cultura e lazer.



Hoje, o MTur trabalha com base nas informações da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esses dados fornecem a dimensão da ocupação formal e informal para as ACTs, mas não distinguem quanto dessa ocupação é gerada por turistas e quanto é gerada por residentes.



O que se pretende agora é refinar e aprofundar o conhecimento sobre o setor para se obter um real dimensionamento da extensão e das características da mão-de-obra empregada pelo turismo. Ao receber a ligação, o representante do estabelecimento deverá informar ao pesquisador, por exemplo, a proporção de atendimentos a turistas e a moradores da cidade.



“Ao diferenciar os clientes do estabelecimento em turistas, a pesquisa fornecerá um diagnóstico dos empregos gerados pelo setor em cada estado. Assim, auxiliará na formulação de políticas que contribuirão para o desenvolvimento do setor, o que é interesse de todos os envolvidos”, afirma o ministro do Turismo, Luiz Barretto.



Segundo o presidente do IPEA, Marcio Pochmann, por meio dessas estatísticas será possível avaliar com mais precisão os impactos socioeconômicos do turismo no país.



Para o sucesso da pesquisa, é essencial a colaboração das entidades representativas do setor na divulgação da pesquisa aos afiliados e o fornecimento de informações completas e corretas sobre o estabelecimento e sua clientela. A privacidade do estabelecimento e o sigilo das informações fornecidas estão garantidos.



Entre dezembro de 2004 e junho de 2005, foi realizada uma pesquisa semelhante. Devido à mudança dos hábitos de consumo da população, uma nova pesquisa é necessária como forma de atualizar as informações. Os resultados da pesquisa, junto com dados do MTE e IBGE permitirão conhecer melhor a dimensão dos empregos gerados pelo turismo e o perfil dos empregados.



Qualquer esclarecimento adicional poderá ser feito direto com a coordenação da pesquisa, em Brasília, pelo e-mail ipea.turismo@ipea.gov.br ou por meio do telefone (61) 3315- 5555. A ligação pode ser feita a cobrar, de segunda a sexta, entre 9h e 16h.


Fonte: Ministério do Turismo
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Carnaval de Campina começa dia 02 com escolha do Rei Momo e da Rainha

Com a garantia de patrocínio do Carnaval Tradição, a Prefeitura de Campina Grande e a Associação Campinense das Escolas de Samba já fecharam a programação do carnaval 2010, que começa no próximo dia 02 de fevereiro com a escolha do Rei Momo e da Rainha do carnaval 2010, que acontecerá na SAB do Centenário. Conforme a entidade, os requisitos para concorrer é ser maior de idade e ter o ensino fundamental II completo.




Para o dia 07 de fevereiro definiram que será realizado o ensaio geral de todas as modalidades de agremiações que desfilarão no Carnaval “Folia de Todos,” a partir das 16h, na Avenida Dr. Severino Cruz. Já no dia 14 é a vez dos desfiles das Ala ursas e bonecos a partir das 15h. No dia seguinte, a avenida do carnaval será tomada pelo desfile do bumba-meu-boi.



Na terça-feira de carnaval, os índios caboclinhos e tupinambás estarão na folia a partir das 17h30 e acontecerá uma homenagem à empresária Marilena Motta, diretora geral da Rádio Campina FM.Encerrando a programação carnavalesca, as três Escolas de Samba desfilarão na Severino Cruz.. O encerramento se dará no dia 17, com o julgamento das Escolas de Samba, bem como com a entrega dos troféus.



Além dos desfiles das escolas de samba, outras atrações animarão o ‘Carnaval Folia de Todos’ durante três dias: bloco de papangu, bumba-meu-boi, ala-ursa, tribos indígenas, bonecos gigantes e orquestras de frevo.



De acordo com o 1° Secretário da Associação Campinense das Escolas de Samba, José Neto, a expectativa é de 10 mil pessoas na Avenida. Ele disse que aguarda uma sinalização do Governo do Estado para uma parceria, a fim de montar uma arquibancada na avenida da folia, onde será cobrado um quilo de alimento não perecível, que após o carnaval será doado às instituições de caridade. “ Acreditamos que teremos êxito nesse carnaval. A tradição só será mantida graças o apoio da PMCG à Associação,” destacou.



O Secretário de Desenvolvimento Econômico, Alex Azevedo, garantiu o apoio da PMCG com recursos da ordem de R$ 40 mil. Além da ajuda financeira, o secretário garantiu também a participação do corpo funcional da Secretaria de Desenvolvimento Econômico na organização do evento. ‘A PMCG não irá medir esforços para ajudar no carnaval de Campina’.



Alex Azevedo disse que irá levar o pleito ao Governo do Estado para captação de apoio financeiro e na infra-estrutura do evento, salientando que o mesmo agora é parceiro da PMCG e da cidade Rainha da Borborema. ‘Nós iremos fazer uma gerência maior junto ao Governo do Estado, através da Secretária de Interiorização, Ana Claudia Vital, para que o mesmo também ajude as escolas de samba de Campina’.

Fonte: Parahyba CVB
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Desembarques internacionais caem 0,77% no Brasil

O ano de 2009 registrou crescimento de 0,15% nos desembarques internacionais em voos regulares no Brasil em comparação com o ano anterior, de acordo com a Infraero. Somados os desembarques internacionais em voos regulares e não regulares (fretados), no entanto, houve uma redução de 0,77% em relação a 2008. Foram 6.483.944 desembarques internacionais em 2009. Esses números se referem a brasileiros retornando do Exterior e estrangeiros chegando ao Brasil, segmento que deve ter tido uma queda maior em 2009. A queda mundial, segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), chegou a 4%.




A presidente da Embratur, Jeanine Pires, comenta a estabilidade dos números nos voos regulares (0,15% em relação a 2008). “Isso mostra que a acessibilidade aérea para o Brasil tem evoluído de forma consistente, mas em velocidade ainda menor do que o necessário para aumentar a competitividade internacional do turismo brasileiro”, avaliou. A Embratur não analisou a queda nos charteres - se a diminuição maior foi nos fretamentos que chegam ao País com estrangeiros ou nos que saem com brasileiros.



Segundo a Embratur, os desembarques internacionais no Brasil começaram a apontar sinais de recuperação nos últimos meses do ano passado. Em dezembro, foram registrados 577.283 desembarques internacionais (voos regulares e não-regulares) - crescimento de 3,84% em relação ao mesmo mês de 2008.



"Mesmo com o cenário difícil da aviação mundial, o Brasil conseguiu se manter praticamente estável em 2009, melhorando muito a performance a partir de outubro do ano passado e mantendo este desempenho neste início de 2010", disse a presidente da Embratur.

Fonte: Portal Panrotas
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Sedes da Copa 2014 definem estratégias de Marketing

Representantes das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014 se reuniram, durante a Fit, em Madri (Espanha), para traçar estratégias comuns de Marketing e Divulgação. A ideia é preparar as ferramentas para uma ação integrada junto à Embratur logo após o mundial da África do Sul, que será realizado entre junho e julho deste ano.




Entre os participantes estavam Márcio Lima, da coordenação da Copa do Mundo na Bahia, Ney Gilberto Leal, da Brasiliatur, Rosane Decat França, da Bahiatursa, e João Paulo Gomes, gestor de Marketing e Vendas da Secretaria de Turismo de Recife.
 
Fonte: Portal Panrotas
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Manual da gorjeta




Dar uma gorjeta a um garçom ou motorista de táxi em um gesto de agradecimento pode parecer simples, porém confunde muito viajante pelo mundo todo. Há sempre dúvidas: quanto pagar? Em qual ocasião? Pagar a todos os atendentes? Evitar pagar gorjetas?


Quem ajuda a responder essas dúvidas é Ronaldo Faria, gerente de Bases e Treinamento da CVC. Com mais de 30 anos de carreira e 139 países visitados, Ronaldo adotou uma regra simples que pode ser aplicada tanto no Brasil quanto no exterior: "dê gorjetas apenas ao carregador de malas, ao garçom e, eventualmente, a quem lhe prestou algum serviço excepcional", explica. Nos restaurantes a gorjeta varia em torno de 10% do valor da conta. Fique atento para não pagar duas vezes, pois assim como no Brasil, em alguns países europeus o valor da gorjeta já vem incluído na conta. "Nada impede de você dar uma gorjeta maior, caso tenha um atendimento diferenciado, por exemplo, se o chef vier até a sua mesa, atendê-lo pessoalmente e preparar um prato especial, então você recompensa", ressalta Ronaldo. Entretanto, ele é categórico ao afirmar que não é vergonha deixar de pagar gorjeta quando o atendimento não for satisfatório, mesmo que já esteja incluído na conta. "Se você não foi bem atendido, por que vai pagar os 10%? O brasileiro ainda não tem a cultura da gorjeta, a gente paga mesmo quando o serviço é ruim".

Já nos hotéis, o ideal é dar US$ 1 (exterior) ou R$2 (Brasil) ao carregador por cada mala, tanto na chegada quanto na saída (check in/check out) do hotel. Não é necessário dar gorjeta à camareira, a não ser que o serviço prestado tenha superado as suas expectativas. Isso também vale ao taxista, não é preciso pagar a mais, apenas arredonde a conta. Por exemplo, se o preço da corrida custar R$23,50 arredonde para R$25. Ronaldo avisa que mesmo em Nova York, onde os taxistas têm fama de fazer cara feia para gorjeta pequena, é possível usar a regra do "arredondamento" da conta.

No caso de algum funcionário reclamar da falta de gorjeta, trate a situação com bom humor e só faça uma reclamação formal se você se sentir ofendido. Ronaldo conta que, ao chegar em um hotel na Rússia, teve de explicar ao carregador de bagagem que não tinha trocados. "O carregador, que já estava no quarto, levou a mala de volta para o corredor, fechou a porta e foi embora!" recorda o gerente da CVC, que acabou rindo da situação.

Para quem prefere se hospedar em casa de parentes ou amigos, embora não haja a formalidade da gorjeta, é comum presentear os donos da casa como uma forma de agradecer a hospitalidade. Se houver funcionários na casa, uma cozinheira ou empregada doméstica que atendeu sua família durante a estadia, você pode deixar uma gorjeta ao se despedir. Quem dá essa dica é o administrador de empresas, Wagner Souza, que se hospedou na casa de um amigo durante sua viagem pela Índia. "Por lá é comum o costume de deixar algumas rúpias aos funcionários da casa", explica o administrador.

Durante os passeios, é preciso ficar atento às pessoas que tentam vender serviços em trocas de gorjeta. Muitas vezes o visitante não percebe que será cobrado. Por exemplo, em Cusco, alguns habitantes locais deixam os turistas tirarem fotos com suas lhamas para depois pedir uma "caixinha". Já no Cairo, alguns moradores se oferecem para tirar fotos com turistas em troca de moedas. "Não se trata exatamente de um pedido de gorjeta, mas sim de alguém tentando vender um serviço muitas vezes desnecessário que o turista acaba sendo induzido a aceitar", avisa Ronaldo Faria.

Foi exatamente este tipo de "serviço desnecessário" que deixou Stella Cazari em uma situação pra lá de embaraçosa ao chegar em Olinda. "Os guias locais se estapeiam para serem contratados, se o turista não quiser, tem que deixar bem claro. Nós recusamos um guia e mesmo assim ele nos seguiu a distância, falando sem parar, sobre datas e nomes, bebeu da água que eu comprei e, no final do percurso a pé - uma ladeira enorme -, cobrou R$ 30, dei uma nota de R$ 50 (porque não tinha trocado) e ele pediu pra ficar com o troco!", recorda Stela, ao escrever sobre sua viagem de lua de mel pelo nordeste para a seção Repórter CVC.

Em contraponto, há locais onde o ato de pedir gorjeta praticamente não existe (embora alguns estabelecimentos incluam um acréscimo na conta). Wagner Souza estranhou ao chegar em Dubai e não ver nenhuma mão estendida esperando uma moeda "não me pediram gorjetas em lugar nenhum", recorda. No Japão também não é comum dar gorjetas e o profissional pode até se sentir ofendido com a oferta. Por isso, é sempre válido pesquisar a cultura da cidade de destino antes de embarcar para a viagem, pois mesmo dentro de um mesmo país os costumes podem variar.

O mais importante ao dar uma gorjeta é sempre avaliar o serviço prestado e tomar cuidado para não confundir gorjeta com esmola. "A pessoa (funcionário) está prestando um serviço e não fazendo um favor. Quando sou mal atendido em um restaurante não pago os 10%, mas se sou bem atendido pago até mais. A gorjeta é uma recompensa pelo bom atendimento e uma ajuda para que o garçom possa trabalhar mais e ter um estímulo para atender bem também outras pessoas", conclui Wagner Souza.



MINIGUIA DE GORJETAS



BAR - em algumas cidades do exterior (principalmente Nova York) é hábito dar uma pequena gorjeta diretamente ao garçom ou "barman" ao receber o drink.

CRUZEIROS - durante os cruzeiros é comum dar gorjeta aos garçons e camareiros. Entretanto, nos Navios CVC as gorjetas já são incluídas na taxa de serviço.

HOTEL - costuma-se dar US$ 1 (exterior) e R$2 (Brasil) por mala ao carregador de bagagem no início e final da estadia (check in / check out). Aos demais funcionários do hotel, a gorjeta é opcional.

RESTAURANTE - caso a gorjeta não esteja incluída na conta, acrescente 10% do valor pago.

MANOBRISTA - se o local não cobrar estacionamento, é válido dar uma gorjeta ao manobrista.

TÁXI - se não quiser dar gorjeta, arredonde a conta. Por exemplo, se a corrida custar R$ 13,50 pague 15 reais. Cuidado, pois em Nova York, alguns taxistas acrescentam, automaticamente, 15% sobre o preço da corrida.



OS VÁRIOS NOMES DA "CAIXINHA". GORJETA EM...



...alemão: "trinkgeld"



...espanhol : "gratificación"



...inglês: "tip"



...italiano : "mancia"



...árabe: "bakschisch" (Egito)



...francês: "pourboire"
 
Fonte: Kalyne Luz - CVC
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Projeto proíbe a instalação de bares próximos a escolas

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6347/09, do deputado Francisco Rossi (PMDB-SP), que proíbe a instalação de estabelecimentos que comercializem bebidas alcoólicas próximos às escolas públicas e privadas. A distância mínima deve ser de 200 metros.


Para os estabelecimentos abertos antes da aprovação da proposta, o texto determina a afixação de avisos sobre a idade mínima para o consumo de álcool. Esses avisos devem ter dimensão mínima de 30 cm por 50 cm.

Risco de violência



Na opinião do parlamentar, a existência de estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas favorece, além do consumo, acesso a jogos de azar, drogas e aumenta o risco de exposição dos estudantes à violência.

Francisco Rossi cita pesquisa da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) cujos resultados mostram que 16% dos adolescentes entre 14 e 17 anos consumiram cinco doses ou mais de bebida alcoólica por dia em 2007.

Outro estudo citado pelo deputado, feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostra que as crianças e adolescentes não encontram nenhuma dificuldade para comprar álcool. Segundo a pesquisa, 90% dos donos de bares não se interessam pela idade de quem está comprando a bebida.



Tramitação



O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Ag. Câmara de Notícias
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